O ministro André Mendonça ampliou seu protagonismo no STF com a relatoria de casos como o do Banco Master e fraudes no INSS, apesar de um revés em julgamento da CPI.
O ministro André Mendonça tem consolidado seu protagonismo no Supremo Tribunal Federal (STF) com a relatoria de casos de grande repercussão, como o do Banco Master e as investigações sobre fraudes no INSS. Essa atuação tem reforçado sua posição na Corte, especialmente em temas que exigem maiorias amplas e envolvem o Congresso Nacional. Apesar de um revés em um julgamento sobre a prorrogação da CPI do INSS, onde sofreu uma derrota por 8 a 2, a avaliação é que o cenário geral continua favorável a Mendonça como relator de investigações importantes.
Para lidar com o volume crescente de processos sensíveis, o gabinete de Mendonça foi reforçado com a inclusão de delegados da Polícia Federal e juízes auxiliares. Desde que assumiu o caso Master, o ministro tem adotado uma postura mais assertiva, buscando testar os limites de seu cargo e reforçar a autonomia da Polícia Federal. Internamente, Mendonça conta com um núcleo de apoio, que inclui os ministros Edson Fachin e Luiz Fux, visando estabilizar o ambiente da Corte. No entanto, o ministro Gilmar Mendes tem sido um ponto de tensão, criticando a condução de Mendonça e a atuação de CPIs na divulgação de dados sigilosos.
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