O governo federal realizou a troca de 17 ministros em seu quadro para que os ocupantes dos cargos pudessem cumprir o prazo legal de desincompatibilização eleitoral, que se encerra em 4 de abril, e disputar as eleições de outubro. A maioria dos ministros que saíram pretende concorrer a cargos eletivos e foi substituída por seus respectivos secretários-executivos ou nomes internos, uma medida que busca assegurar a continuidade administrativa nas pastas. Ao todo, 18 ministérios tiveram troca de titular, com 16 pastas já sob novo comando.
Entre as mudanças de maior destaque, Fernando Haddad deixou o Ministério da Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, sendo substituído por Dario Durigan. Geraldo Alckmin também se desligou do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para integrar a chapa de Lula como candidato a vice-presidente. Outras movimentações incluem a saída de Simone Tebet do Ministério do Planejamento e Marina Silva do Meio Ambiente. O Ministério da Agricultura e Pecuária terá André de Paula, ex-ministro da Aquicultura e Pesca, como novo titular. Ministros como Alexandre Padilha, Guilherme Boulos e Wolney Queiroz optaram por permanecer no governo, desistindo de suas candidaturas eleitorais.
O presidente Lula optou por não trazer pessoas de fora da Esplanada para os novos cargos, visando a continuidade dos trabalhos. Exceções como presidente e vice-presidente podem permanecer em suas funções, enquanto outros cargos públicos exigem afastamento para candidatura.
G1 Política • 4 abr, 00:00
Poder360 • 3 abr, 19:29
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