Onze governadores e dez prefeitos renunciam para disputar eleições de 2026
Onze governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram a seus mandatos até o prazo final de desincompatibilização para concorrer a outros cargos nas eleições de 2026, processo que é definitivo.
Pontos principais
- Onze governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram aos seus cargos para disputar as eleições de 2026.
- O prazo legal para desincompatibilização, seis meses antes do primeiro turno, encerrou em 4 de abril.
- Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) são pré-candidatos à Presidência da República.
- Nove governadores, incluindo Gladson Cameli (PP-AC), Helder Barbalho (MDB-PA) e Wilson Lima (União Brasil-AM), renunciaram para disputar vagas no Senado.
- Oito governadores devem tentar uma vaga no Senado, que renovará 54 das 81 cadeiras este ano.
- Prefeitos de capitais como Eduardo Paes e João Campos renunciaram para concorrer aos governos estaduais.
- A renúncia é definitiva, impedindo o retorno ao cargo anterior, mesmo se a candidatura não for confirmada ou em caso de derrota.
- A exigência de desincompatibilização visa evitar o uso da máquina pública em campanhas, exceto para políticos que buscam a reeleição.
Onze governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram a seus mandatos até o dia 4 de abril, prazo final para desincompatibilização, visando disputar outros cargos nas eleições de 2026. A medida é uma exigência legal para que os políticos possam concorrer sem o uso da máquina pública, seis meses antes do primeiro turno eleitoral. Entre os governadores que deixaram seus postos, Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) são apontados como pré-candidatos à Presidência da República. Outros nove governadores, como Gladson Cameli (PP-AC), Helder Barbalho (MDB-PA) e Wilson Lima (União Brasil-AM), renunciaram para disputar vagas no Senado Federal, que renovará 54 das 81 cadeiras este ano.
No âmbito municipal, prefeitos de capitais como Eduardo Paes e João Campos também renunciaram, com a intenção de concorrer aos governos de seus respectivos estados. A renúncia não garante a candidatura, que será formalizada apenas em agosto, após as convenções partidárias e o registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Governadores que podem tentar a reeleição, como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Raquel Lyra (PSD-PE), não são obrigados a deixar o cargo.
É importante ressaltar que a renúncia é um ato definitivo; quem deixa o cargo não pode reassumi-lo, mesmo que não tenha sua candidatura confirmada ou que perca a eleição. Políticos que renunciaram podem se apresentar como pré-candidatos até as convenções partidárias, que ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto. A filiação partidária e a aprovação em convenções são requisitos para ser candidato oficial, com o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral previsto para até 15 de agosto, e a propaganda eleitoral iniciando em 16 de agosto.
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