Um gestor de investimentos identificou a XP (XPBR31) como um ativo subestimado, com potencial de valorização significativa. Segundo André Caldas, da Springs Capital, a empresa está sendo negociada abaixo de dez vezes o lucro projetado, o que a torna mal precificada em comparação a outros grandes players do mercado. A expectativa é que a XP se valorize com a mudança do ciclo de juros e a retomada do apetite por risco.
O mercado estaria desconsiderando o potencial de re-rating da XP em um cenário de corte de juros e um bull market. Além disso, o avanço da empresa no modelo B2C (direto ao consumidor) e a sofisticação de sua área Private são movimentos que, na visão do gestor, estão sendo subestimados pelo mercado.
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