Uma pesquisa inédita revela que mulheres são a maioria entre os cuidadores de pessoas com autismo no Brasil, muitas vezes deixando o mercado de trabalho, enquanto o governo federal anuncia investimentos para o SUS.
Uma pesquisa inédita no Brasil, realizada pelo Instituto Autismos, revelou que mulheres são as principais cuidadoras de pessoas com autismo, muitas vezes optando por deixar o mercado de trabalho para se dedicar a essa função. O levantamento, denominado Mapa do Autismo no Brasil, aponta que a idade média do diagnóstico de autismo no país está alinhada aos padrões internacionais, em torno dos 4 anos, indicando uma melhoria em relação ao passado.
Em paralelo, o Ministério da Saúde anunciou um investimento de R$ 83 milhões para habilitar 59 novos serviços e ampliar a assistência a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Sistema Único de Saúde (SUS). A pesquisa também destaca que famílias brasileiras gastam mais de R$ 1 mil por mês com terapias, utilizando tanto planos de saúde quanto o sistema público, com maior demanda nas regiões Norte e Nordeste. O estudo visa fornecer recomendações para o poder público federal e estadual, buscando aprimorar o atendimento e a inclusão dos cerca de 2,4 milhões de autistas estimados no Brasil.
18 mar, 10:01
8 mar, 06:00
7 mar, 10:00
5 mar, 19:04
4 mar, 19:03