O governo federal quitou menos de 1% das emendas parlamentares obrigatórias previstas para o primeiro semestre de 2026, gerando preocupação sobre o cumprimento do calendário orçamentário.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pagou uma parcela mínima das emendas parlamentares obrigatórias para o primeiro semestre de 2026. Dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) do Ministério do Planejamento e Orçamento indicam que apenas R$ 102,3 milhões foram quitados, o que corresponde a 0,6% dos R$ 17,3 bilhões previstos para serem pagos até junho do próximo ano, conforme o calendário da Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Os pagamentos realizados até agora foram direcionados exclusivamente a ações do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Entre os partidos que mais receberam esses recursos estão o PL, Republicanos e PSD. O Congresso Nacional aprovou um total de R$ 49,9 bilhões em emendas para 2026, incluindo os R$ 17,3 bilhões de caráter obrigatório para o primeiro semestre. Emendas de comissão, que somam R$ 12,1 bilhões, são discricionárias e ainda não tiveram empenho ou pagamento.
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