A advogada argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial no Rio de Janeiro, retornou ao seu país de origem após obter autorização judicial. Páez é ré no processo por ter proferido ofensas racistas e imitado gestos de macaco contra funcionários de um bar em Ipanema, em janeiro deste ano. Ela foi presa por algumas horas em fevereiro, sendo posteriormente liberada sob a condição de usar tornozeleira eletrônica.
O retorno da advogada à Argentina foi permitido após o pagamento de uma fiança de R$ 97 mil, equivalente a 60 salários mínimos, e a retirada do equipamento de monitoramento, além da devolução de seu passaporte. Apesar de estar fora do Brasil, Agostina Páez continuará respondendo ao processo de injúria racial, que envolve três crimes de ofensas racistas. Ela afirmou à imprensa local estar arrependida de sua reação no episódio.
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