Agostina Páez, advogada argentina que responde por injúria racial no Brasil, é agora acusada em seu país de roubar o carro de um ex-namorado, enquanto seu pai também reproduziu gestos racistas.
A advogada argentina Agostina Páez, que responde a processo por injúria racial no Brasil, enfrenta agora uma nova acusação em seu país de origem. Ela é acusada de roubar o carro de seu ex-namorado, Javier Zanoni, um dentista de 32 anos. Segundo denúncia divulgada pelo jornal "Clarín", Páez teria recebido o veículo, um Citröen C4 Cactus, como empréstimo durante o relacionamento e não o devolveu após o término, sendo acusada de abuso de confiança e apropriação indébita. A denúncia foi formalizada em La Banda, Santiago del Estero, Argentina, após tentativas frustradas de Zanoni para reaver o veículo. A defesa de Agostina nega as acusações, afirmando que o carro foi um presente da família dela e que a ação pode ter motivação pessoal.
No Brasil, Agostina Páez foi presa em flagrante por injúria racial em janeiro, após imitar gestos de macaco contra funcionários de um bar em Ipanema, RJ. Ela pagou fiança de R$ 97 mil e, após retirar a tornozeleira eletrônica, retornou à Argentina em março. Poucas horas após o retorno de Agostina, seu pai, Mariano Páez, foi filmado reproduzindo os mesmos gestos racistas em um bar em Santiago del Estero.
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