Chefe da marinha francesa pede maior engajamento da China em Ormuz
O Almirante Nicolas Vaujour, chefe da marinha francesa, afirmou que a China precisa se envolver mais diretamente na restauração do fluxo de tráfego no Estreito de Ormuz, pois o diálogo político atual com o Irã é insuficiente.
Pontos principais
- Almirante Nicolas Vaujour, chefe da marinha francesa, pediu maior engajamento da China no Estreito de Ormuz.
- Vaujour argumenta que o diálogo político atual entre China e Irã é insuficiente para restaurar o tráfego normal.
- A marinha chinesa não interveio diretamente para reabrir o estreito, segundo o almirante.
- A declaração foi feita durante a conferência de segurança Guerra e Paz, em Paris.
O Almirante Nicolas Vaujour, chefe da marinha francesa, declarou que a China deve se envolver mais diretamente na questão do Estreito de Ormuz. Segundo ele, o diálogo político existente entre autoridades chinesas e iranianas para garantir a passagem de embarcações não é suficiente para restaurar o fluxo normal de tráfego na região. Vaujour observou que a marinha chinesa não interveio diretamente para reabrir o estreito e expressou a crença de que a China precisará demonstrar sua insatisfação com o fechamento.
A afirmação foi feita durante a conferência de segurança Guerra e Paz, realizada em Paris. O Estreito de Ormuz é uma rota marítima crucial para o transporte de petróleo e gás, e seu fechamento afeta significativamente o comércio global e a economia de diversos países, incluindo a China, que é um grande importador de energia.
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