STF recebe inquérito sobre suposta perseguição de Tanure a investidor
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu um inquérito da Polícia Federal que investiga acusações de ameaça e perseguição feitas por Vladimir Timerman contra o empresário Nelson Tanure.
Pontos principais
- A 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo remeteu ao STF um inquérito da PF sobre suposta perseguição de Nelson Tanure a Vladimir Timerman.
- Vladimir Timerman, fundador da Esh Capital, acusa Tanure de ameaças, perseguição e de ser sócio oculto do Banco Master.
- Tanure foi alvo de busca e apreensão na Operação Compliance Zero, sob suspeita de envolvimento em fraudes do Banco Master.
- Timerman depôs na CPI do Crime Organizado, reiterando que Tanure é o dono oculto do Banco Master e que o banco funcionava como pirâmide financeira.
- O ministro André Mendonça avaliará a conexão do inquérito com outros casos já em andamento na Corte sobre o suposto esquema criminoso de Daniel Vorcaro e aliados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu um inquérito da Polícia Federal que investiga acusações de ameaça e perseguição feitas pelo gestor Vladimir Timerman contra o empresário Nelson Tanure. A 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo remeteu o caso ao STF para que o ministro André Mendonça avalie a conexão com outros processos já em andamento na Corte, relacionados a um suposto esquema criminoso envolvendo Daniel Vorcaro e seus aliados.
Timerman, fundador da Esh Capital, acusa Tanure de ser sócio oculto do Banco Master e de ter promovido ameaças e perseguição. Tanure foi alvo de busca e apreensão na Operação Compliance Zero, sob suspeita de envolvimento em fraudes no Banco Master. Em depoimento à CPI do Crime Organizado, Timerman reiterou as acusações, afirmando que o banco operava como uma pirâmide financeira. A defesa de Tanure nega as acusações, alegando que ele nunca foi sócio ou controlador do Banco Master e questionando a credibilidade de Timerman.
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