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Netanyahu repreende ministro por vídeos contra ativistas em Gaza

O ministro Itamar Ben-Gvir foi alvo de críticas internacionais e de Netanyahu após zombar de ativistas detidos pela Marinha israelense em tentativa de romper bloqueio.

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Foto: The Guardian World
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21/05 às 03:33 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • Itamar Ben-Gvir publicou vídeos provocando ativistas estrangeiros detidos pela Marinha israelense.
  • O governo do Reino Unido convocou o encarregado de negócios de Israel para formalizar um protesto diplomático.
  • Benjamin Netanyahu classificou a conduta do ministro como inadequada e prejudicial à diplomacia.
  • A ONU afirmou que a prisão dos ativistas parece ilegal e defendeu o envio de ajuda humanitária.
  • Líderes internacionais, incluindo a premiê italiana Giorgia Meloni, condenaram a postura do ministro.
  • Governos da Europa e os Estados Unidos classificaram a atitude como uma violação da dignidade humana.
  • Israel iniciou o processo de libertação e deportação das centenas de ativistas detidos durante a interceptação da flotilha.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, repreendeu publicamente o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, após a divulgação de vídeos em redes sociais nos quais o político aparece provocando e humilhando ativistas estrangeiros detidos. Os manifestantes foram interceptados pelas forças israelenses enquanto tentavam romper o bloqueio naval imposto à Faixa de Gaza. A conduta de Ben-Gvir gerou ampla indignação internacional, com líderes mundiais, como a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, manifestando repúdio à atitude do ministro, que foi classificada por Netanyahu como inadequada e prejudicial à imagem diplomática do país.

O incidente escalou para uma crise diplomática formal, resultando na convocação do encarregado de negócios de Israel pelo governo britânico. Paralelamente, a ONU questionou a legalidade das prisões, reforçando que o envio de ajuda humanitária não deve ser criminalizado. Enquanto a pressão externa cresce, as autoridades israelenses iniciaram o processo de libertação e deportação dos detidos. O episódio intensificou o debate interno em Israel sobre direitos humanos e a postura de autoridades em relação a estrangeiros em áreas de conflito, expondo divisões no governo em um momento de instabilidade política.

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