Diretor-geral da PF defende corporação de ataques e reafirma isenção
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a atuação da corporação contra ataques, reafirmando a isenção técnica das investigações.
Pontos principais
- Andrei Rodrigues classificou os ataques à Polícia Federal como "covardes e vis".
- Ele afirmou que as investigações da PF são pautadas pela isenção técnica, sem direcionamentos políticos.
- Rodrigues destacou a cooperação com o Banco Central no combate a fraudes financeiras.
- O diretor-geral mencionou a perda de mais de 300 servidores da PF nos últimos três anos.
- O presidente Lula deve se reunir com representantes dos servidores da PF para discutir demandas salariais.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a corporação de ataques que classificou como "covardes e vis", enfatizando que as investigações são conduzidas com isenção técnica e sem direcionamentos políticos. Embora não tenha especificado os alvos, Rodrigues sugeriu que os ataques partem de quem não deseja uma polícia forte. Ele também ressaltou a colaboração da PF com o Banco Central no combate a fraudes financeiras.
Rodrigues abordou a perda de mais de 300 servidores da PF nos últimos três anos e defendeu o reconhecimento das carreiras policiais. A pauta salarial dos servidores será discutida em uma reunião entre o presidente Lula e representantes da categoria.
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