Com o petróleo a US$ 100, o Brasil é visto como um "porto seguro" entre os mercados emergentes devido à sua posição de exportador líquido de energia, o que beneficia as contas fiscais e a dinâmica de preços.
Com a cotação do petróleo atingindo US$ 100 por barril, o Brasil emerge como um "porto seguro" entre os mercados emergentes, conforme análise da Genoa Capital. Essa posição é atribuída à sua condição de exportador líquido de energia, o que gera benefícios fiscais significativos para o governo por meio dos royalties do petróleo. A matriz energética brasileira, com baixa dependência de termelétricas a óleo, também contribui para essa resiliência, protegendo o país de impactos mais severos.
Apesar de uma esperada elevação da inflação para 4,70%-4,80% nos próximos nove meses, o cenário é considerado administrável. O governo possui mecanismos, como a atuação da Petrobras e a política tributária, para mitigar o repasse do aumento dos preços ao consumidor. Em contraste, países como a Índia, importadores líquidos de energia, enfrentam pressões inflacionárias e deterioração da balança comercial.
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