O Rio de Janeiro enfrenta uma crise política com a necessidade de uma eleição suplementar para governador, enquanto o STF debate a legalidade e o formato do pleito.
O estado do Rio de Janeiro enfrenta uma crise política que culminou na necessidade de uma eleição suplementar para governador. A situação decorre da renúncia de Cláudio Castro e da vacância do cargo de vice-governador, deixando o estado sem seus chefes eleitos. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) chegou a aprovar regras para uma eleição indireta, com voto aberto e prazo reduzido de desincompatibilização, mas essa norma foi contestada pelo Partido Social Democrático (PSD) no Supremo Tribunal Federal (STF).
O debate sobre o formato da eleição – direta ou indireta – está agora nas mãos do STF. Ministros como Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino já se manifestaram a favor de uma eleição direta, que permitiria à população escolher o novo governador. O ministro Cristiano Zanin suspendeu a eleição indireta e solicitou que o caso seja analisado em plenário presencial. O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, deve pautar o julgamento para a segunda semana de abril de 2026. Enquanto a questão não é resolvida, o estado é governado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), desembargador Ricardo Couto.
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