O Goldman Sachs indicou que a Petrobras pode perder competitividade em combustíveis no curto prazo devido à alta do petróleo, caso não consiga repassar os custos aos consumidores.
O Goldman Sachs publicou um relatório alertando que a Petrobras pode enfrentar uma perda de competitividade no mercado de diesel e gasolina no curto prazo. A análise aponta que, se os preços internacionais do petróleo permanecerem elevados e a empresa não conseguir repassar esses custos aos consumidores, os benefícios de um cenário de alta do petróleo para a Petrobras seriam mitigados. Historicamente, preços altos do petróleo favorecem a companhia, mas a dificuldade em ajustar os preços internos dos combustíveis pode anular essa vantagem.
O banco de investimentos sugere que o governo poderia intervir para mitigar a diferença de preços, seja por meio de subsídios ou pela redução do ICMS sobre importações de diesel. No mesmo relatório, o Goldman Sachs expressou preferência pela PRIO no setor, destacando o potencial de remuneração aos acionistas e o avanço do projeto Wahoo. A Petrobras, por sua vez, é considerada atrativa em um cenário normalizado, com preços do petróleo na faixa de US$ 70 por barril.
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