China abre investigações sobre práticas comerciais dos EUA
A China iniciou duas investigações formais contra práticas comerciais dos Estados Unidos, alegando que as medidas americanas dificultam a entrada de produtos chineses e restringem o fluxo de tecnologia.
Pontos principais
- A China abriu duas investigações formais contra práticas comerciais dos Estados Unidos.
- As investigações visam medidas americanas que dificultam a entrada de produtos chineses e restringem a venda de tecnologia de alta tecnologia.
- O Ministério do Comércio chinês classificou as apurações como uma resposta “recíproca” a processos já abertos por Washington.
- As investigações devem durar até seis meses e focarão em como as medidas dos EUA desorganizam cadeias de suprimentos e atrapalham o comércio de produtos verdes.
- Pequim acusa os EUA de limitar a exportação de produtos de energia limpa e atrasar projetos de nova energia em seu próprio território.
A China iniciou duas investigações formais sobre as práticas comerciais dos Estados Unidos, alegando que as medidas americanas dificultam a entrada de produtos chineses e restringem o fluxo de tecnologia. O Ministério do Comércio chinês descreveu as apurações como uma resposta “recíproca” a processos já abertos por Washington. As investigações, com duração prevista de até seis meses, analisarão como as ações dos EUA afetam as cadeias de suprimentos e o comércio de produtos verdes.
Pequim acusa os Estados Unidos de limitar a exportação de produtos de energia limpa e de atrasar projetos de nova energia em território chinês. O governo de Xi Jinping prometeu “medidas correspondentes” para defender seus interesses com base nos resultados das investigações. Este movimento ocorre apesar de uma trégua na guerra comercial e da intenção do presidente Donald Trump de visitar Pequim em maio.
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