O senador Sergio Moro formalizou sua filiação ao Partido Liberal (PL) em um evento realizado em Brasília, que contou com a presença de Valdemar Costa Neto e Flávio Bolsonaro. No mesmo evento, Deltan Dallagnol foi anunciado como pré-candidato ao Senado pelo Paraná, formando uma "chapa Lava-Jato" com Moro, que disputará o governo do estado nas eleições de 2026. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou as pré-candidaturas, incluindo Filipe Barros para o Senado na mesma chapa. Apesar da cassação de seu registro em 2023, Dallagnol não está inelegível e pode concorrer em 2026.
A articulação para unir Moro e Deltan foi incentivada por Flávio Bolsonaro, com o objetivo de consolidar o eleitorado da Lava-Jato e evitar a dispersão de votos. Essa movimentação representa uma mudança no cenário político, especialmente após o afastamento entre Moro e Deltan. O PL, ao apoiar Moro no Paraná, rompeu negociações com o PSD de Ratinho Júnior, que tentou reverter a situação sem sucesso, levando à sua desistência da disputa presidencial.
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