Cuba sofre quarto apagão nacional em quatro meses em meio à crise energética
Cuba registrou um novo apagão generalizado em 21 de março de 2026, o quarto em quatro meses, evidenciando a grave crise energética do país, agravada por sanções dos EUA e deterioração da rede elétrica.
Pontos principais
- Cuba sofreu um apagão nacional em 21 de março de 2026, o quarto em grande escala em quatro meses, e o segundo em uma semana.
- O Ministério de Energia cubano confirmou a "desconexão total" do sistema elétrico nacional e alertou a população sobre a situação.
- A crise energética é atribuída ao antigo sistema de geração elétrica, falta de combustível e ao "bloqueio energético" imposto pelos Estados Unidos.
- O presidente Donald Trump ordenou sanções contra países que vendessem ou fornecessem petróleo a Cuba, exigindo liberalização política e econômica.
- O presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que o país não recebeu petróleo por mais de três meses, impactando serviços essenciais.
- A interrupção mais recente foi causada por uma parada inesperada em uma unidade de geração na usina termoelétrica de Nuevitas, em Camaguey.
Cuba enfrentou seu quarto apagão generalizado em quatro meses em 21 de março de 2026, mergulhando o país na escuridão e destacando a severa crise energética. Este foi o segundo colapso nacional em uma semana, deixando milhões sem eletricidade e evidenciando a profunda crise. O Ministério de Energia cubano informou sobre a "desconexão total" do sistema elétrico nacional e iniciou os trabalhos para restabelecer o serviço, alertando a população sobre a gravidade da situação. A capital Havana começou a perder energia ao entardecer, apenas cinco dias após um apagão anterior. Apenas uma fração da população de Havana e outras províncias teve a energia restabelecida, com microssistemas locais priorizando centros vitais.
A crise energética é atribuída ao antigo sistema de geração elétrica e à falta de combustível, intensificada pelo "bloqueio energético" dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump ordenou sanções contra países que vendessem ou fornecessem petróleo a Cuba, exigindo a libertação de presos políticos e a liberalização política e econômica. O presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que o país não recebeu petróleo de fornecedores estrangeiros por mais de três meses e produz apenas 40% do combustível necessário, impactando serviços como cirurgias. Remessas de petróleo da Venezuela foram desviadas após uma operação militar dos EUA que culminou na captura de Nicolás Maduro. A interrupção mais recente foi causada por uma parada inesperada em uma unidade de geração na usina termoelétrica de Nuevitas, na província de Camaguey. As autoridades cubanas reconhecem a gravidade da situação, com racionamento de combustível e redução de atividades econômicas. O presidente Trump tem sugerido que o governo de Cuba está à beira do colapso, mencionando a possibilidade de "tomar Cuba" após colapsos anteriores.
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