O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a escalada do conflito no Oriente Médio, atribuindo a alta do diesel a uma "desgraça" provocada por "ricos" e a ações do presidente Donald Trump. Lula responsabilizou os membros do Conselho de Segurança da ONU e os "tiros" de Trump no Irã pelo aumento global do preço do combustível, questionando por que países distantes, como o Brasil, devem pagar o preço de decisões de potências e por que o Brasil, sendo autossuficiente, sofre com a alta dos preços. Ele também apontou que empresas distribuidoras no Brasil estariam se aproveitando da situação, não repassando a diminuição de PIS e Cofins aos consumidores, e que há "gente que gosta de tirar proveito da desgraça".
Em resposta, o governo anunciou uma série de medidas para conter a alta dos combustíveis e evitar uma greve de caminhoneiros, incluindo a zeragem de PIS e Cofins sobre o diesel e a subvenção a produtores. O governo reconhece que o efeito da desoneração pode ser limitado sem a redução do ICMS pelos estados, e Fernando Haddad se reunirá com os estados para pedir essa redução. Além disso, a gestão petista planeja divulgar empresas que desrespeitam a tabela de frete mínimo e estuda ações judiciais contra distribuidoras por preços abusivos. A Advocacia-Geral da União avalia mover ações civis públicas por danos morais e materiais coletivos contra distribuidoras e redes de postos, e há a possibilidade de um ato normativo para fortalecer o poder de atuação da ANTT na aplicação de multas e sanções.
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