O Ministério da Educação aplicou sanções a 57 cursos de medicina com desempenho insatisfatório no Enamed, gerando um impacto limitado, mas monitorado, nas ações de empresas do setor educacional.
O Ministério da Educação (MEC) aplicou sanções a 57 cursos de medicina, sendo 53 deles de instituições privadas, devido a notas baixas no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Enamed). As medidas incluem a proibição de novas vagas, redução de vagas e supervisão para os cursos privados que obtiveram notas 1 ou 2 na avaliação.
Analistas do Goldman Sachs e Morgan Stanley avaliaram que o impacto financeiro nas ações de empresas do setor de educação, como Cogna, Ânima, Afya e Yduqs, será limitado. O Morgan Stanley projeta um impacto de 0% a 1% na receita no primeiro ano, com Afya, Yduqs e Ser Educacional sendo as mais expostas. Apesar do impacto restrito em 2026, dado que o ciclo de captação do primeiro semestre já foi concluído, a alta margem dos cursos de medicina pode amplificar os efeitos no EBITDA e lucro das companhias.
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