O governo Lula está considerando a criação de uma nova estatal para a distribuição de combustíveis, uma medida que visa aumentar a capacidade de intervenção nos preços ao consumidor. A discussão surge em um cenário de alta do petróleo e pressão sobre os preços do diesel, com o objetivo de contornar as restrições impostas à Petrobras após a privatização da BR Distribuidora (atual Vibra Energia).
A Petrobras está impedida de atuar novamente no setor de distribuição antes de 2029, o que impulsiona a busca por alternativas. Parlamentares governistas também articulam uma frente para reestatizar a antiga BR Distribuidora. A proposta, no entanto, enfrenta resistência do setor privado, que a considera uma intervenção excessiva e uma potencial distorção da concorrência no mercado.
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