A gestão de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, após três anos, é marcada por crescimento do PIB e inflação controlada, mas também por aumento da dívida pública e desafios no controle de gastos.
A gestão de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, ao completar três anos, apresenta um balanço com resultados mistos. A economia brasileira superou as expectativas, com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação sob controle e um mercado de trabalho aquecido. Contudo, o período foi marcado por um aumento significativo da dívida pública, que cresceu cerca de sete pontos percentuais em relação ao PIB, atingindo 78,66% e com projeção de 83,6% para o ano corrente.
Apesar da aprovação do arcabouço fiscal e da reforma tributária, que são vistos como avanços, a dificuldade em controlar os gastos públicos e as mudanças nas metas fiscais geraram atritos com o mercado financeiro. Medidas para aumentar a arrecadação, como alterações em impostos, foram implementadas, mas não foram suficientes para conter o avanço da dívida. Haddad também enfrentou resistências dentro do próprio governo e no Congresso para a implementação de cortes de gastos.
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