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Haddad atribui parte do déficit à gestão anterior e lamenta não ter ido além

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que parte do déficit primário do governo foi herdada da administração passada, expressando o desejo de ter avançado mais em medidas fiscais.

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Foto: InfoMoney
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10/02 às 11:01

Pontos principais

  • Fernando Haddad afirmou que o déficit primário do governo tem origem parcial na gestão anterior.
  • Ele citou o Fundeb e as regras de flexibilização do BPC como fatores que impactam o orçamento atual, contratados em anos anteriores.
  • O ministro reconheceu as expectativas do mercado financeiro, mas destacou as limitações impostas pela necessidade de negociação com o Congresso.
  • Haddad expressou o desejo de ter implementado mais medidas fiscais, mas ressaltou a complexidade das negociações políticas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atribuiu parte do déficit primário do governo à herança da gestão anterior, mencionando que compromissos como o Fundeb e a flexibilização do BPC, contratados em anos passados, impactam o orçamento atual. Haddad reconheceu as pressões do mercado financeiro, mas enfatizou as limitações de sua posição, que exige constante negociação com o Congresso Nacional para a aprovação de medidas.

Apesar dos desafios e do desejo de ter avançado mais nas reformas fiscais, o ministro descreveu o cargo como uma oportunidade "muito interessante" para aprofundar o conhecimento sobre o Brasil. Suas declarações sublinham a complexidade da gestão econômica em um cenário de restrições orçamentárias e a necessidade de equilibrar as demandas do mercado com as realidades políticas.

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