A China devolveu aproximadamente 20 navios de soja brasileira por detectarem ervas daninhas proibidas, um problema que começou no final de 2025 com a cobrança de maior rigor sanitário por parte dos chineses. Em consequência, a Cargill, uma das principais exportadoras, cancelou embarques destinados ao país asiático. O Ministério da Agricultura brasileiro reagiu adotando uma política de 'tolerância zero' e intensificando as inspeções para a emissão de certificados fitossanitários.
Representantes do Ministério da Agricultura planejam viajar à China para tratar da questão, buscando uma solução para o impasse que afeta as exportações. Apesar da situação, analistas da Hedgepoint Global Markets consideram o caso pontual, sem prever um impacto significativo no volume total das exportações de soja para a China. Entidades como a Abiove e a Anec estão acompanhando os desdobramentos e dialogando com as autoridades para assegurar a fluidez do comércio.
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