Novos protocolos fitossanitários impostos pela China levaram à devolução de cargas de soja brasileira e à suspensão de embarques, gerando incerteza no mercado.
Novas e rigorosas exigências fitossanitárias impostas pela China resultaram na devolução de cargas de soja brasileira e na suspensão de embarques para o país asiático. A medida gerou incerteza no mercado, com a Cargill, uma das principais exportadoras, suspendendo suas operações de envio. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) confirmou a devolução de cargas nos últimos dias, enquanto o Ministério da Agricultura do Brasil afirmou que as exportações seguem normas e protocolos dos países importadores.
As associações do setor, Abiove e Anec, manifestaram preocupação com o cenário, que pode reduzir o suprimento de soja brasileira para a China, o maior importador global. Diante da indefinição, agentes do mercado passaram a priorizar negociações internas, aguardando esclarecimentos sobre os novos protocolos que afetam o ritmo de negócios nos portos brasileiros.
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