O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu prisão domiciliar a Celso Eder Gonzaga de Araújo, acusado de atuar como lobista e operador financeiro em um esquema de propinas que movimentou mais de R$ 1 bilhão na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. A decisão do STJ levou em conta o tempo de prisão preventiva de Araújo, que ainda aguarda o julgamento do mérito de seu habeas corpus, e seu grave quadro de saúde.
Araújo foi detido durante a Operação Ícaro, que investiga um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários. Segundo as investigações, auditores recebiam propinas para agilizar e inflar ressarcimentos de créditos de ICMS a empresas como Fast Shop e Ultrafarma. A Justiça já aceitou a denúncia do Ministério Público, tornando réus sete indivíduos, incluindo auditores fiscais e outros operadores do esquema.
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