O mercado financeiro ajustou suas projeções para a taxa Selic, indicando um corte menor de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A expectativa é de uma redução de 0,25 ponto percentual, levando a taxa para 14,75% ao ano, em vez de um corte mais acentuado. Essa revisão é atribuída principalmente à escalada da guerra no Irã e à consequente disparada do preço do petróleo, que superou a marca de US$ 100 por barril.
Esses fatores externos exercem pressão inflacionária sobre a economia brasileira, levando à revisão da projeção de inflação para 2026, que passou de 3,91% para 4,10%. A taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, encontra-se no maior patamar em quase duas décadas, e a cautela do Banco Central reflete a necessidade de conter os impactos da instabilidade global nos preços domésticos, mantendo a inflação dentro da meta contínua de 3%.
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