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Lulinha admite ao STF viagem a Portugal bancada por Careca do INSS

Fábio Luís Lula da Silva, Lulinha, confirmou ao STF que sua viagem a Portugal foi custeada por Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, negando envolvimento em fraudes.

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Foto: InfoMoney
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16/03 às 18:00 · atualizado 22:01

Pontos principais

  • Lulinha viajou a Portugal em novembro de 2024 com Careca do INSS para visitar uma fábrica de cannabis medicinal.
  • A defesa de Lulinha admitiu ao STF que a viagem foi paga por Careca do INSS, mas negou relação comercial ou conhecimento das fraudes.
  • Careca do INSS é investigado e está preso por um esquema de fraudes no INSS.
  • A Polícia Federal investiga pagamentos de R$ 1,5 milhão de uma empresa de Careca para a empresa de Roberta Luchsinger, com suspeitas de que o valor seria para Lulinha.
  • A quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha foi suspensa por decisão do ministro Flávio Dino, do STF.

Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, admitiu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que sua viagem a Portugal em novembro de 2024 foi custeada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A defesa de Lulinha afirmou que o objetivo da viagem era visitar uma fábrica de cannabis medicinal, e que ele desconhecia as atividades ilícitas de Careca do INSS, que é investigado por fraudes e está preso desde setembro de 2024.

Lulinha negou ter firmado negócios ou recebido valores do empresário, alegando que foi apresentado a Antônio Camilo em 2024 como um empresário farmacêutico e aceitou o convite para a viagem devido ao seu interesse pessoal em canabidiol medicinal. A confissão formal ao ministro André Mendonça ocorreu após a quebra do sigilo bancário de Careca do INSS. A Polícia Federal investiga pagamentos de R$ 1,5 milhão de uma empresa de Careca para a empresa de Roberta Luchsinger, com suspeitas de que o valor seria destinado a Lulinha. A quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS, foi suspensa por decisão do ministro Flávio Dino, do STF.

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