Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, admitiu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que sua viagem a Portugal em novembro de 2024 foi custeada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A defesa de Lulinha afirmou que o objetivo da viagem era visitar uma fábrica de cannabis medicinal, e que ele desconhecia as atividades ilícitas de Careca do INSS, que é investigado por fraudes e está preso desde setembro de 2024.
Lulinha negou ter firmado negócios ou recebido valores do empresário, alegando que foi apresentado a Antônio Camilo em 2024 como um empresário farmacêutico e aceitou o convite para a viagem devido ao seu interesse pessoal em canabidiol medicinal. A confissão formal ao ministro André Mendonça ocorreu após a quebra do sigilo bancário de Careca do INSS. A Polícia Federal investiga pagamentos de R$ 1,5 milhão de uma empresa de Careca para a empresa de Roberta Luchsinger, com suspeitas de que o valor seria destinado a Lulinha. A quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, aprovada pela CPMI do INSS, foi suspensa por decisão do ministro Flávio Dino, do STF.
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