Ex-CEO do Goldman Sachs critica programas de diversidade
Lloyd Blankfein, ex-CEO do Goldman Sachs, classificou os programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) como "contraproducentes", em um cenário de reavaliação dessas iniciativas por empresas nos EUA.
Pontos principais
- Lloyd Blankfein, ex-CEO do Goldman Sachs, afirmou que os programas de DEI são "contraproducentes", pois rotulam os participantes.
- O Goldman Sachs removeu critérios de diversidade para seu conselho e linguagem inclusiva de seu site, citando mudanças no ambiente jurídico.
- A decisão da Suprema Corte de 2023 contra ações afirmativas e uma ordem executiva do presidente Donald Trump são fatores que esfriaram os esforços de DEI.
- Empresas como Target, Walmart e Pepsi reduziram seus programas de DEI, enquanto Apple, Costco, Delta e Cisco os mantêm ou reforçam.
- Blankfein sugere que programas de avanço de carreira e educação para todos seriam mais eficazes do que iniciativas de DEI específicas.
Lloyd Blankfein, ex-CEO do Goldman Sachs, criticou os programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI), descrevendo-os como "contraproducentes". Segundo ele, tais iniciativas tendem a rotular as pessoas que delas participam. A declaração ocorre em um momento em que muitas empresas nos Estados Unidos estão reavaliando ou reduzindo seus esforços de DEI, influenciadas por decisões políticas e legais recentes.
O Goldman Sachs, por exemplo, já removeu critérios de diversidade para seu conselho e ajustou a linguagem inclusiva em seu site, citando o ambiente jurídico em mudança. Essa tendência reflete o impacto da decisão da Suprema Corte de 2023 contra ações afirmativas e uma ordem executiva "anti-woke" do presidente Donald Trump, que esfriaram o entusiasmo por esses programas. Enquanto algumas corporações, como Target e Walmart, diminuíram suas iniciativas, outras, como Apple e Costco, optaram por mantê-las ou até reforçá-las.
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