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Goldman Sachs abandona regras de inclusão para conselho em meio a novo ambiente político

O Goldman Sachs deixará de considerar raça, gênero e orientação sexual na seleção de membros do conselho, refletindo um recuo mais amplo de empresas americanas em iniciativas de diversidade sob o governo Trump.

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Foto: InfoMoney
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20/02 às 06:00

Pontos principais

  • O Goldman Sachs não considerará mais raça, gênero e orientação sexual na avaliação de candidatos ao conselho.
  • A decisão é resultado de um acordo com o National Legal and Policy Center, um grupo conservador.
  • Este movimento faz parte de um recuo geral de empresas americanas em relação a projetos de diversidade.
  • A Casa Branca de Trump argumenta que iniciativas de diversidade podem discriminar trabalhadores brancos.
  • O Goldman Sachs já havia abandonado políticas de diversidade para IPOs e metas de recrutamento no ano anterior.

O Goldman Sachs anunciou que não considerará mais explicitamente raça, gênero e orientação sexual na avaliação de candidatos para seu conselho. A medida é resultado de um acordo com o National Legal and Policy Center, um grupo conservador que tem pressionado empresas a abandonar projetos de diversidade. Este movimento reflete um ambiente político em mudança nos Estados Unidos, onde o governo Trump e grupos conservadores argumentam que muitas iniciativas de diversidade equivalem a discriminação contra trabalhadores e candidatos brancos.

A decisão marca uma reversão para o Goldman Sachs, cujo CEO, David Solomon, era anteriormente um defensor vocal da diversidade, estabelecendo metas para a composição da força de trabalho e conselhos de empresas. A Equal Employment Opportunity Commission tem questionado práticas de contratação e investigado alegações de discriminação contra brancos em outras empresas, sinalizando uma tendência mais ampla de recuo em políticas de diversidade corporativa.

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