O Goldman Sachs deixará de considerar raça, gênero e orientação sexual na seleção de membros do conselho, refletindo um recuo mais amplo de empresas americanas em iniciativas de diversidade sob o governo Trump.
O Goldman Sachs anunciou que não considerará mais explicitamente raça, gênero e orientação sexual na avaliação de candidatos para seu conselho. A medida é resultado de um acordo com o National Legal and Policy Center, um grupo conservador que tem pressionado empresas a abandonar projetos de diversidade. Este movimento reflete um ambiente político em mudança nos Estados Unidos, onde o governo Trump e grupos conservadores argumentam que muitas iniciativas de diversidade equivalem a discriminação contra trabalhadores e candidatos brancos.
A decisão marca uma reversão para o Goldman Sachs, cujo CEO, David Solomon, era anteriormente um defensor vocal da diversidade, estabelecendo metas para a composição da força de trabalho e conselhos de empresas. A Equal Employment Opportunity Commission tem questionado práticas de contratação e investigado alegações de discriminação contra brancos em outras empresas, sinalizando uma tendência mais ampla de recuo em políticas de diversidade corporativa.