Em 2025, David Solomon, CEO do Goldman Sachs, destacou-se como o executivo mais bem pago entre as empresas da Fortune 500, com uma remuneração de US$ 47 milhões, representando um aumento de 21% em relação a 2024. Ele superou figuras proeminentes como Jamie Dimon, do JPMorgan, que recebeu US$ 43 milhões, e Bob Iger, da Disney, com US$ 45,8 milhões. Em contraste, Brian Niccol, CEO da Starbucks, viu sua remuneração cair para US$ 31 milhões, após um pacote substancial no ano anterior.
Esses aumentos salariais em Wall Street refletem um período de forte desempenho para o setor financeiro, com os seis maiores bancos dos EUA registrando lucros combinados de US$ 157 bilhões em 2025, marcando o melhor ano desde a pandemia. A remuneração total mediana dos CEOs do S&P 500 em 2024 foi de US$ 17 milhões, com um crescimento de 5%, indicando uma tendência de valorização dos líderes corporativos, impulsionada em parte pela popularização de programas de participação nos lucros que permitem tributação com alíquotas de ganhos de capital.
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