A semana no mercado financeiro brasileiro foi marcada por balanços corporativos abaixo do esperado e pela alta do petróleo devido ao conflito no Oriente Médio, pressionando projeções de inflação.
A semana no mercado financeiro brasileiro foi caracterizada por resultados corporativos do quarto trimestre de 2026 que, em sua maioria, ficaram abaixo das projeções. Apesar da baixa proporção de surpresas positivas, a avaliação dos fundamentos das empresas permanece construtiva, sustentada pela expectativa de reaquecimento econômico e um ciclo de afrouxamento monetário. O setor de papel e celulose foi um dos poucos a superar as expectativas, enquanto propriedades comerciais e utilidades públicas registraram as maiores decepções.
Paralelamente, a escalada do conflito no Oriente Médio provocou uma alta nos preços do petróleo, gerando pressão sobre as projeções de inflação para o IPCA de 2026. A reforma tributária, iniciada em 2026, deverá ter seus efeitos financeiros mais significativos para o varejo a partir de 2027. O fluxo de capital estrangeiro, principalmente passivo, tem sido um fator de impulso para a Bolsa brasileira em 2026, com o Ibovespa registrando um avanço de 14,2% em reais e 21,8% em dólares.
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