Naim Qassem, líder do Hezbollah, minimizou as ameaças de assassinato proferidas por Israel, afirmando que tais ações são "inúteis" e que o grupo está preparado para um longo confronto. Qassem declarou que o Hezbollah surpreenderá Israel no campo de batalha, indicando uma postura de resiliência e prontidão para escalada.
A atual ofensiva israelense contra o Hezbollah foi desencadeada após o grupo abrir fogo em 2 de março. Essa ação do Hezbollah, por sua vez, foi uma retaliação direta ao assassinato do líder supremo iraniano, evento que marcou o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, adicionando complexidade e tensão à já volátil situação regional.
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