Durante as celebrações do Dia da Libertação, que recorda a retirada de Israel do sul do Líbano em 2000, o líder do Hezbollah, Naim Qasem, reafirmou a manutenção da resistência armada do grupo. Qasem rejeitou qualquer possibilidade de desarmamento, argumentando que a medida deixaria o país vulnerável a projetos de ocupação israelense. Além disso, o líder criticou a postura do governo libanês nas negociações de cessar-fogo, alegando que as concessões feitas são inaceitáveis. O Hezbollah sustenta que o Estado libanês carece de capacidade para garantir a segurança nacional, justificando assim a continuidade de suas operações militares. O discurso também serviu como um alerta interno, com Qasem declarando que qualquer oposição doméstica será tratada com o mesmo rigor aplicado aos conflitos contra Israel, evidenciando a tensão política no país.
4 mai, 17:12
1 mai, 19:09
17 abr, 15:05
13 abr, 10:06
13 mar, 18:01
Carregando comentários...