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Líder do Hezbollah rejeita negociações de paz e incita protestos no Líbano

Naim Qasem critica governo libanês por negociações com Israel e convoca atos, atraindo críticas do senador americano Marco Rubio.

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Foto: InfoMoney
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24/05 às 19:01 · atualizado 22:31

Pontos principais

  • Naim Qasem afirmou que o desarmamento do grupo facilitaria uma ocupação israelense no Líbano.
  • O líder do Hezbollah criticou concessões do governo libanês em negociações de cessar-fogo e incitou a população a protestar nas ruas.
  • O senador Marco Rubio condenou a retórica de Qasem, classificando a convocação como uma tentativa de desestabilização política.
  • O Hezbollah declarou que tratará qualquer oposição interna com o mesmo rigor aplicado aos conflitos contra Israel.

Durante as celebrações do Dia da Libertação, o líder do Hezbollah, Naim Qasem, reafirmou a manutenção da resistência armada e rejeitou qualquer possibilidade de desarmamento, argumentando que a medida deixaria o Líbano vulnerável a Israel. Qasem criticou abertamente as concessões do governo libanês nas negociações de paz e incitou a população a protestar contra a atual gestão, intensificando a tensão política interna. A postura do grupo militante foi alvo de críticas do senador americano Marco Rubio, que classificou a retórica de Qasem como uma tentativa deliberada de desestabilizar o país. Enquanto o governo libanês busca vias diplomáticas para encerrar as tensões regionais, o Hezbollah sustenta que o Estado carece de capacidade para garantir a segurança nacional, mantendo sua agenda de confronto e alertando que qualquer oposição doméstica será tratada com rigor.

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