Ataques a navios-tanque no Iraque deixam um morto e fecham portos
Dois navios-tanque foram atacados em águas iraquianas, resultando em um morto, incêndios e o fechamento dos portos de petróleo do Iraque. A tripulação foi resgatada.
Pontos principais
- Dois navios-tanque foram atacados por projéteis não identificados em águas territoriais iraquianas, próximo ao porto de Basra.
- Os ataques causaram incêndios nas embarcações e a morte de um tripulante estrangeiro.
- Os 25 tripulantes dos dois navios foram resgatados após os incidentes.
- O Iraque fechou todos os seus portos de petróleo, mas os portos comerciais continuam operando.
- Um vídeo divulgado por autoridades iraquianas mostra um dos navios petroleiros em chamas após o ataque.
- A Agência Internacional de Energia (AIE) concordou em liberar 400 milhões de barris de petróleo de reservas de emergência para conter a alta dos preços.
Dois navios-tanque estrangeiros que transportavam óleo combustível iraquiano foram atacados por projéteis não identificados dentro das águas territoriais do Iraque, próximo ao Estreito de Ormuz e ao porto de Basra. Os incidentes resultaram em incêndios nas embarcações e na morte de um tripulante estrangeiro. Os 25 membros da tripulação dos dois navios foram resgatados. Um vídeo divulgado por autoridades iraquianas mostra um dos navios petroleiros em chamas após o ataque.
Em resposta aos ataques, o Iraque decidiu fechar todos os seus portos de petróleo, embora os portos comerciais permaneçam operacionais. Farhan al-Fartousi, diretor-geral da Companhia Geral de Portos do Iraque, confirmou os ataques e o resgate da tripulação, destacando que o fogo ainda estava ativo nos navios. O porto de Basra é crucial para o Iraque, exportando cerca de 80% do PIB do país. As autoridades iraquianas estão investigando as circunstâncias dos ataques e a identidade dos agressores. A Agência Internacional de Energia (AIE) concordou em liberar 400 milhões de barris de petróleo de reservas de emergência para conter a alta dos preços devido à guerra no Oriente Médio e ao bloqueio no Estreito de Ormuz.
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