Ministro defende carteira assinada para cafeicultores no ES
O Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, lançou campanha no Espírito Santo para promover o registro formal de trabalhadores na cafeicultura, visando combater a exploração e garantir direitos.
Pontos principais
- Luiz Marinho lançou a Campanha de Promoção do Trabalho Decente na Cafeicultura no Espírito Santo.
- A iniciativa defende a carteira assinada para trabalhadores rurais, especialmente na colheita de café.
- O ministro esclareceu que o registro formal não impede o recebimento do Bolsa Família.
- Trabalhadores formalizados que forem demitidos podem retornar ao Bolsa Família em caso de vulnerabilidade.
- A campanha busca proteger empresas sérias e combater o trabalho análogo à escravidão e a exploração infantil.
O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu o registro em carteira para trabalhadores da cafeicultura no Espírito Santo, durante o lançamento da Campanha de Promoção do Trabalho Decente na Cafeicultura. A medida visa combater a exploração e garantir direitos aos trabalhadores rurais, sem que isso implique na perda de benefícios sociais como o Bolsa Família. Marinho explicou que há um período de transição para quem ultrapassar o limite de renda e que trabalhadores demitidos permanecem no CadÚnico, podendo retornar ao programa em caso de vulnerabilidade.
A campanha busca proteger empresas que atuam de forma regular e combater práticas como o trabalho análogo à escravidão e a exploração infantil, que prejudicam a imagem do Brasil e suas exportações. O ministro destacou a redução no número de resgates de trabalhadores em situação análoga à escravidão no Espírito Santo, mas reforçou a meta de zerar esses casos.
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