Ministro defende que carteira assinada para atuar na colheita de café diminui exploração e não tira benefícios, como Bolsa Família
O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defende o registro em carteira para trabalhadores da cafeicultura no Espírito Santo, assegurando que isso não retira benefícios como o Bolsa Família e combate a exploração.
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11/03 às 16:53
Pontos principais
- Luiz Marinho, Ministro do Trabalho e Emprego, lançou a Campanha de Promoção do Trabalho Decente na Cafeicultura no Espírito Santo.
- O ministro defende a carteira assinada para trabalhadores rurais, especialmente na colheita de café, para garantir direitos e combater a exploração.
- Ele esclareceu que o registro formal não impede o recebimento do Bolsa Família e que há um período de transição para quem ultrapassar o limite de renda.
- Trabalhadores com carteira assinada que forem demitidos permanecem no CadÚnico e podem retornar ao Bolsa Família em caso de vulnerabilidade.
- A iniciativa visa proteger empresas sérias, combater o trabalho análogo à escravidão e a exploração infantil, que prejudicam a imagem do Brasil e as exportações.
- Marinho destacou a queda no número de resgates de trabalhadores em situação análoga à escravidão no Espírito Santo, mas ressaltou a meta de zerar esses casos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Marinho (Ministro do Trabalho e Emprego)Renato Casagrande (governador do Espírito Santo)
Organizações
Ministério do Trabalho e EmpregoPSBg1 ESTV Gazeta
Lugares
Espírito SantoVitóriaPalácio AnchietaBrasil
