O restaurante Noma, detentor de três estrelas Michelin e conhecido por seus menus de alto custo, e seu chef René Redzepi estão sob escrutínio após denúncias de ex-funcionários. Cerca de 35 ex-colaboradores relataram ao "The New York Times" uma série de abusos, incluindo agressões físicas, constrangimentos públicos e jornadas de trabalho exaustivas, chegando a 16 horas diárias. Estagiários estrangeiros, muitos deles não remunerados, compunham uma parte significativa da equipe e eram submetidos a condições precárias.
As acusações contra Redzepi incluem violência e ameaças, como a deportação de funcionários estrangeiros. Em resposta às denúncias, dois patrocinadores, American Express e Blackbird, retiraram seu apoio a uma temporada de jantares do Noma em Los Angeles, prometendo reembolsar clientes e doar fundos a organizações de trabalhadores. O Noma afirmou ter implementado mudanças internas, como estruturas de RH e treinamento para gestores, mas não comentou diretamente as denúncias ao jornal.
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