PF investiga crimes financeiros em resort ligado à família de Toffoli
A Polícia Federal apura supostos crimes financeiros em fundos associados ao resort Tayayá, que teve familiares do ministro Dias Toffoli como sócios, com foco em transações ligadas ao Banco Master.
Pontos principais
- A Polícia Federal (PF) investiga crimes financeiros em fundos conectados ao resort Tayayá.
- Familiares do ministro Dias Toffoli foram sócios do resort por meio da empresa Maridt.
- O fundo Arleen, investigado por fraudes do Banco Master, adquiriu a participação dos familiares de Toffoli no resort.
- A PF busca quebras de sigilo e Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf para rastrear os crimes.
- Dias Toffoli se afastou da relatoria do caso em fevereiro devido à proximidade familiar com os envolvidos.
A Polícia Federal (PF) está investigando supostos crimes financeiros envolvendo fundos associados ao resort Tayayá, que já teve familiares do ministro Dias Toffoli como sócios. A apuração se concentra em transações ligadas ao Banco Master, com a PF buscando quebras de sigilo e Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf para rastrear as irregularidades. O fundo Arleen, já sob investigação por fraudes do Banco Master, foi quem comprou a participação dos familiares de Toffoli no empreendimento.
Devido à proximidade familiar com os envolvidos, o ministro Dias Toffoli se declarou impedido e deixou a relatoria do caso em fevereiro. Como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Toffoli não pode ser investigado diretamente pela PF; qualquer suspeita que o envolva será encaminhada ao ministro André Mendonça para as devidas providências.
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