Donald Trump declarou que os EUA precisam se envolver na escolha do próximo líder supremo do Irã, considerando Mojtaba Khamenei inaceitável e comparando sua atuação à da Venezuela.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou a necessidade de uma intervenção direta na escolha do próximo líder supremo do Irã, rejeitando veementemente a possibilidade de Mojtaba Khamenei, filho do atual líder Ali Khamenei, assumir o cargo. Trump justificou sua posição afirmando que não aceitaria a continuidade das políticas de Khamenei, comparando sua intervenção à que realizou na Venezuela com Delcy Rodriguez e alertando que um sucessor alinhado ao pai poderia levar os EUA de volta à guerra com o Irã. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz Karoline Leavitt, confirmou que Mojtaba Khamenei é o principal candidato e que Washington está ativamente discutindo seu papel no futuro do Irã.
Mojtaba Khamenei é descrito como um clérigo de linha dura com laços com a Guarda Revolucionária, mas sem experiência em cargos públicos, o que levanta questões sobre sua capacidade de liderança. As declarações de Trump contrastam com a posição oficial do governo americano de não buscar "mudança de regime" no Irã. Em um contexto de escalada de tensões, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarou que os Estados Unidos estão "vencendo a guerra contra o Irã de forma decisiva", mencionando a aniquilação das forças aéreas e navais iranianas e revelando que o Irã tentou assassinar Trump.