Líder do Republicanos recua e pede desculpas por críticas ao fim da jornada 6x1
O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, pediu desculpas por declarações anteriores que criticavam o fim da jornada de trabalho 6x1, admitindo que suas palavras soaram desrespeitosas aos trabalhadores.
Pontos principais
- Marcos Pereira, presidente do Republicanos, divulgou um vídeo pedindo desculpas por suas declarações sobre a PEC que discute o fim da jornada 6x1.
- Anteriormente, Pereira havia argumentado que a redução da jornada prejudicaria a competitividade das empresas e poderia levar a hábitos ruins entre os trabalhadores.
- Ele reavaliou suas palavras, reconhecendo que foram desrespeitosas, mas manteve a preocupação com o impacto econômico, especialmente para microempresas.
- O deputado citou sua experiência como ministro para justificar o temor de reações econômicas e comparou a CLT brasileira com legislações de países com pleno emprego.
- Pereira também expressou preocupação com a votação da proposta em ano eleitoral, temendo a pressão popular sobre os parlamentares.
O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, divulgou um vídeo pedindo desculpas por suas declarações anteriores sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que discute o fim da jornada de trabalho 6x1. Pereira havia criticado a medida, alegando que a redução da jornada prejudicaria a competitividade das empresas e que o tempo livre adicional poderia levar a hábitos ruins, como o uso de drogas e jogos de azar. Ele admitiu que suas palavras soaram desrespeitosas aos trabalhadores brasileiros, embora tenha mantido a preocupação com o impacto econômico da proposta, especialmente para microempresas.
O deputado justificou seu temor por reações econômicas com base em sua experiência como ministro da Indústria e Comércio no governo Michel Temer. Além disso, Pereira expressou preocupação com a votação da proposta em ano eleitoral, temendo a pressão popular sobre os parlamentares. Ele comparou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) brasileira com legislações de países com pleno emprego, sugerindo que o custo trabalhista e burocrático do Brasil é um problema, e defendeu que a redução da jornada só teve sucesso em países de 'primeiro mundo' com alto PIB per capita.
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