A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) decidiu por um aumento de 206 mil barris por dia na produção de petróleo, com implementação a partir de abril de 2026. Esta medida é uma resposta direta à escalada militar no Oriente Médio, que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital por onde passa mais de 20% do fornecimento global de petróleo. Ataques conjuntos dos EUA e Israel contra o Irã, seguidos por retaliações iranianas, levaram à interrupção das exportações e à paralisação de centenas de navios petroleiros e de GNL no Golfo Pérsico.
Os preços do petróleo já refletem o risco geopolítico, com o barril subindo para US$73 na sexta-feira, o nível mais alto desde julho. Analistas alertam que os preços podem ultrapassar US$100 se o conflito se agravar, especialmente considerando a limitada capacidade da Opep+ de aumentar significativamente a oferta, com exceção da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos. A reunião contou com a participação de oito membros da Opep+, que já haviam ajustado suas cotas de produção para 2025. Os países membros da Opep+ se reunirão novamente em 5 de abril para reavaliar as condições do mercado.
Agência Brasil - EBC • 1 mar, 14:06
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