Coreia do Norte ameaça "destruir completamente" o Sul e recusa diálogo com Seul
O líder norte-coreano Kim Jong Un ameaçou "destruir completamente" a Coreia do Sul se sua segurança for ameaçada, enquanto rejeitou o diálogo com Seul, mas manteve abertura para os EUA.
Pontos principais
- Kim Jong Un alertou que a Coreia do Norte pode "destruir completamente" a Coreia do Sul em caso de ameaça à sua segurança.
- O líder norte-coreano reiterou a recusa em dialogar com Seul, mas indicou abertura para conversas com os EUA, exigindo o fim de políticas "hostis".
- Kim afirmou que o desenvolvimento nuclear consolidou o status da Coreia do Norte como um Estado com armas nucleares.
- O Ministério da Unificação da Coreia do Sul lamentou a retórica hostil e prometeu buscar a estabilização da paz na península.
- Especialistas interpretam a retórica como uma forma de Pyongyang afirmar um papel regional mais assertivo, apoiado por seu arsenal nuclear e alianças.
O líder norte-coreano Kim Jong Un emitiu um alerta severo, ameaçando "destruir completamente" a Coreia do Sul caso a segurança de seu país seja comprometida. A declaração veio acompanhada da reafirmação de que Pyongyang não se engajará em diálogo com Seul, embora tenha deixado a porta aberta para conversas com os Estados Unidos, sob a condição de que Washington encerre suas políticas consideradas "hostis".
Kim Jong Un também enfatizou que o desenvolvimento nuclear consolidou a Coreia do Norte como um Estado com armas nucleares, e solicitou o avanço de novos sistemas de armamentos, incluindo mísseis balísticos intercontinentais submarinos e armas nucleares táticas direcionadas à Coreia do Sul. Em resposta, o Ministério da Unificação sul-coreano expressou lamento pela retórica hostil e reiterou seu compromisso com a busca pela paz. Analistas veem essa postura de Pyongyang como uma estratégia para consolidar sua posição regional, apoiada por seu arsenal nuclear e laços com Moscou e Pequim.
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