As relações entre Coreia do Norte e Coreia do Sul são marcadas por um histórico de conflito e divisão desde a Guerra da Coreia, permanecendo tecnicamente em estado de guerra. O programa nuclear norte-coreano é uma fonte central de tensão, com a Coreia do Sul buscando a desnuclearização e a Coreia do Norte defendendo seu arsenal. Apesar de esforços diplomáticos, muitas vezes com a mediação de potências como a Rússia, incidentes como alegadas invasões de drones continuam a aumentar as tensões na Península Coreana.
As relações entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul são marcadas por uma complexa história de conflito, divisão e tentativas intermitentes de diálogo. Desde a Guerra da Coreia (1950-1953), os dois países permanecem tecnicamente em estado de guerra, separados por uma Zona Desmilitarizada (DMZ). A questão do programa nuclear norte-coreano é um ponto central de tensão, com a Coreia do Sul buscando a desnuclearização e a Coreia do Norte defendendo seu arsenal como medida de segurança. Esforços diplomáticos, muitas vezes envolvendo potências externas como a Rússia, são feitos para tentar reabrir o diálogo e buscar a paz na Península Coreana, embora incidentes como alegadas invasões de drones continuem a aumentar as tensões. O Pentágono dos EUA prevê um papel mais limitado na dissuasão da Coreia do Norte, com a Coreia do Sul assumindo a responsabilidade principal, o que pode levar a uma redução das forças americanas na península.
A Península Coreana foi dividida após a Segunda Guerra Mundial, levando à formação de dois estados distintos com ideologias opostas: a República Popular Democrática da Coreia (Coreia do Norte), apoiada pela União Soviética e China, e a República da Coreia (Coreia do Sul), apoiada pelos Estados Unidos. A Guerra da Coreia, que durou de 1950 a 1953, resultou em um armistício, não em um tratado de paz, deixando as duas Coreias em um estado de cessar-fogo prolongado. Desde então, as relações têm sido caracterizadas por períodos de alta tensão, provocações militares e tentativas esporádicas de reconciliação e cooperação, frequentemente frustradas pelas ambições nucleares da Coreia do Norte e por incidentes que elevam a animosidade mútua. A Coreia do Sul tem aumentado suas capacidades de defesa e busca assumir o comando em tempo de guerra das forças combinadas com os EUA, enquanto os EUA buscam uma postura de força mais flexível na península.