O líder norte-coreano Kim Jong-un afirmou que o status de país com armas nucleares da Coreia do Norte é irreversível, alertando a Coreia do Sul sobre um "preço implacável" caso haja provocações. Ele classificou a Coreia do Sul como o Estado mais hostil e rejeitou a ideia de desarmamento nuclear em troca de benefícios econômicos ou garantias de segurança. A declaração ocorre em meio a planos do país para expandir seu programa nuclear e militar, conforme um novo plano econômico de cinco anos, que destinará 15,8% do orçamento de 2026 à defesa.
As tensões na península coreana se intensificam em um cenário global de incerteza sobre acordos de limitação de armas nucleares. O Parlamento norte-coreano também aprovou mudanças constitucionais e recebeu uma mensagem do presidente russo Vladimir Putin, indicando um aprofundamento da parceria entre os dois países. Analistas sul-coreanos interpretam os comentários de Kim como uma negação da legitimidade da Coreia do Sul como contraparte, e a Casa Azul da Coreia do Sul considerou as declarações "indesejáveis para a coexistência pacífica".
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