O minidólar (WDOH26) acumula cinco quedas seguidas, pressionado por forte fluxo estrangeiro, fraqueza global do dólar e ruídos políticos internos, com análise técnica apontando viés baixista.

O minidólar (WDOH26) registrou sua quinta queda consecutiva, fechando a última sessão com desvalorização de 0,64%. A pressão baixista é atribuída ao forte fluxo de capital estrangeiro que ingressa no Brasil, somado à fraqueza do dólar no mercado internacional e a ruídos políticos internos, como a divulgação de pesquisa eleitoral. Investidores também monitoraram tarifas dos EUA e aguardaram o discurso de Donald Trump, eventos que adicionam volatilidade ao cenário global.
Do ponto de vista técnico, o minidólar mantém um viés baixista, operando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos nos gráficos de 15 e 60 minutos, o que reforça o domínio do fluxo vendedor. Traders observam níveis de resistência em 5.129,5/5.137 e 5.137/5.172,5 para uma possível recuperação, e suportes em 5.121/5.113, cuja perda pode intensificar a pressão de venda. Embora o IFR (14) em 27,21 indique sobrevenda e a possibilidade de repiques técnicos, não há sinais claros de uma reversão consistente da tendência de baixa no curto e médio prazo.
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