O minidólar (WDOH26) opera com cautela, influenciado por dados econômicos dos EUA, fluxo estrangeiro e política monetária, com analistas técnicos indicando níveis cruciais.
O minidólar (WDOH26) encerrou a última sessão com leve alta de 0,03%, aos 5.268 pontos, em um pregão de acomodação após a queda anterior de 0,47%. A moeda norte-americana tem enfrentado um cenário de enfraquecimento global, impulsionado pela queda nos preços das commodities e pela diminuição das tensões geopolíticas, o que tem favorecido divisas de mercados emergentes. No contexto doméstico, o fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira e a expectativa de cortes na Selic em março, reforçada pela ata do Copom, continuam a sustentar o real, apesar de ruídos políticos sobre indicações para o Banco Central. O mercado internacional acompanhou de perto a agenda dos EUA, incluindo o ISM de serviços, a pesquisa ADP e falas de dirigentes do Federal Reserve, além do fim da paralisação parcial do governo, fatores que influenciam a percepção de risco e o direcionamento do dólar.
A análise técnica do WDOH26 aponta para indefinição, com um viés levemente negativo. No gráfico de 15 minutos, há dificuldade de retomada da alta, com resistência em 5.277,5/5.292,5 pontos e suporte em 5.265/5.241,5 pontos. No gráfico diário, a formação de um doji indica disputa entre compradores e vendedores, com níveis cruciais em 5.312/5.331,5 para alta e 5.235/5.199 para baixa. Fatores como o fluxo de capital estrangeiro, as oscilações das commodities e a divulgação de dados econômicos importantes, como o JOLTS nos Estados Unidos e os índices PMI, são elementos chave que podem influenciar a direção do minidólar no pregão atual.