O minidólar (WDOH26) encerrou a última sessão com leve queda de 0,13%, atingindo 5.179,5 pontos, pressionado por um dólar fraco no exterior e a taxa Selic em 15% no Brasil, que continua a atrair capital estrangeiro. A decisão da Suprema Corte dos EUA de derrubar tarifas impostas por Donald Trump e dados do PIB que sinalizaram desaceleração econômica contribuíram para a perda de força do dólar globalmente. A análise técnica indica que, embora o minidólar permaneça abaixo das médias móveis no gráfico diário, há sinais de tentativa de estabilização no curtíssimo prazo.
Em contraste, o mini-índice (WINJ26) e o Ibovespa fecharam em alta, com o Ibovespa superando 190 mil pontos, impulsionados por um fluxo comprador consistente e o alívio externo após a decisão da Suprema Corte dos EUA. No Brasil, o dólar caiu e os juros futuros recuaram, reforçando o apetite por risco no mercado. A análise técnica do WINJ26 em 15 minutos sugere continuidade da alta se a região de resistência de 194.400/195.050 pontos for rompida. No gráfico diário, o mini-índice mantém uma estrutura positiva acima das médias móveis, com alvos em 196.165/197.500 pontos se a resistência for superada.
Apesar da sinalização de novas tarifas por Trump, que mantém a volatilidade no radar, a leitura estrutural do mini-índice no gráfico diário ainda é positiva, mantendo a tendência principal de alta. A retomada de um movimento corretivo ou de baixa dependerá da perda de faixas de suporte específicas nos gráficos de 15 e 60 minutos. A agenda doméstica esvaziada mantém o foco no noticiário dos EUA, que deve continuar a influenciar o mercado, enquanto o relatório Focus revisou para baixo as projeções de dólar e Selic para 2026, mantendo o diferencial de juros atrativo para o capital.
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