Filhos de Bolsonaro em Israel: Netanyahu os recebe e Eduardo pede apoio a Flávio 2026
Em visita a Israel, Flávio e Eduardo Bolsonaro foram recebidos por autoridades israelenses, com Eduardo criticando o governo Lula e pedindo apoio à pré-candidatura de Flávio à presidência em 2026.
Pontos principais
- Binyamin Netanyahu e Amichai Chikli receberam Flávio e Eduardo Bolsonaro em Jerusalém, com Chikli desejando sorte a Flávio na eleição de 2026.
- Os filhos de Bolsonaro participam da 2ª Conferência Internacional sobre o Combate ao Antissemitismo, reforçando a pré-candidatura de Flávio.
- Eduardo Bolsonaro criticou o governo Lula por não classificar facções criminosas como terroristas e por retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto.
- Eduardo pediu apoio à candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro, à presidência em 2026, mencionando a prisão de Jair Bolsonaro.
- A visita visa consolidar Flávio como sucessor político de seu pai e sinaliza uma postura pró-Israel em um eventual governo Bolsonaro 2.
Os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro, estiveram em Israel, onde foram recebidos pelo primeiro-ministro Binyamin Netanyahu e pelo ministro Amichai Chikli. Durante a visita, que incluiu a participação na 2ª Conferência Internacional sobre o Combate ao Antissemitismo, Chikli desejou sorte a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial de 2026, reforçando sua pré-candidatura e a aliança com a direita internacional. Esta é a segunda viagem internacional de Flávio desde que manifestou interesse em concorrer ao Palácio do Planalto, com agenda que também inclui Bahrein e Emirados Árabes Unidos.
Em Israel, Eduardo Bolsonaro aproveitou a ocasião para criticar o governo Lula, acusando-o de não classificar facções criminosas como terroristas e de retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Ele também associou o antissionismo ao antissemitismo moderno e pediu apoio à candidatura de seu irmão, Flávio, à presidência em 2026, em um movimento que visa consolidar a sucessão política dentro da família Bolsonaro e sinalizar uma mudança na política externa brasileira em relação a Israel, caso a direita retorne ao poder.
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