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Europa reage com esperança e ceticismo a recuo de Trump sobre tarifas e Groenlândia

Líderes europeus expressam uma mistura de esperança e ceticismo após Donald Trump recuar nas tarifas contra a Europa, em meio a tensões sobre a Groenlândia e ameaças comerciais.

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Foto: InfoMoney
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22/01 às 15:14 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • Líderes europeus reagiram com esperança e ceticismo ao recuo de Donald Trump nas tarifas contra a Europa.
  • Uma reunião de emergência foi realizada na Bélgica para discutir as ameaças de Trump à Groenlândia e as relações comerciais.
  • Trump, apesar de recuar nas tarifas, manteve declarações controversas, chamando a Dinamarca de 'ingrata' e a Groenlândia de 'pedaço de gelo'.
  • A União Europeia avalia acionar uma 'bazuca comercial' de 93 bilhões de euros em retaliação às pressões americanas.
  • Discussões sobre a entrega de porções da Groenlândia para bases militares dos EUA foram reveladas pelo The New York Times.

Líderes europeus manifestaram uma combinação de esperança e ceticismo diante da decisão do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, de recuar na aplicação de tarifas contra a Europa. A medida, anunciada na quarta-feira, dia 21, ocorre em um cenário de intensas discussões e tensões envolvendo a Groenlândia, que se tornou um ponto central nas relações transatlânticas. Uma reunião de emergência foi convocada na Bélgica para que as lideranças europeias pudessem discutir as ameaças de Trump à ilha e as implicações para as relações comerciais e de segurança entre os blocos.

Embora Trump tenha garantido não usar força para tomar a Groenlândia e recuado nas tarifas, suas declarações controversas, como chamar a Dinamarca de 'ingrata', mantiveram o clima de apreensão. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, destacou que a reunião abordaria a soberania, o apoio à Dinamarca e à Groenlândia, e o acordo comercial EUA-UE. Em meio a esse cenário, a União Europeia avalia a possibilidade de impor tarifas de 93 bilhões de euros sobre importações americanas, em uma potencial retaliação às pressões de Washington.

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